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A lubrificação correta é fundamental para a vida útil do motor e deve fazer parte da rotina de manutenção do veículo. A cada 10 mil km ou a cada 12 meses deve ser efetuada a troca do óleo. 
A função básica dele é, com sua viscosidade, evitar atrito entre as peças do motor, impedindo que se desgastem ou até travem o motor. Por essa razão, a troca deve ser feita regularmente, pois o óleo vai aos poucos perdendo sua viscosidade e aderência.

Não esqueça, cada motor tem um tipo de óleo especifico indicado pelo fabricante, é importante evitar a troca em lugares que não saibam o que é correto ou não saibam o que está sendo aplicado em seu carro. Evite prejuízos!


Na hora da troca, é importante consultar se o indicado é um óleo de base sintética, semissintética ou mineral; a viscosidade SAE recomendada e o nível de desempenho (API/ACEA) requerido. Utilizar um lubrificante de especificação inadequada ou de má qualidade pode trazer consequências sérias ao motor e que dificilmente podem ser previstas antes que seus sintomas apareçam em estado avançado.

“Ao utilizar um óleo de baixa qualidade, no longo prazo o motor pode apresentar falhas relacionadas à criação de verniz, borra ou, em casos mais extremos, o seu travamento. As consequências não são a curto, mas no longo prazo, sempre”, avisa Fábio Silva. “Alteração de cor e viscosidade são muito difíceis para condenar um lubrificante, porque somente testes de laboratório conseguiriam mensurar se estas alterações poderiam condenar o lubrificante, exceto em alterações muito drásticas que, se perceptíveis pelo mecânico, deve ser feita uma avaliação mais criteriosa para verificar a causa do problema”, declara o consultor técnico da Total.

Ao colocar um óleo com a especificação errada, Arley Barbosa, detalha que, apesar de num primeiro momento o proprietário não conseguir perceber nenhuma alteração no funcionamento do motor, na verdade, internamente, as peças estarão sofrendo consequências graves por não serem totalmente protegidas do desgaste e não passarem pelo processo de limpeza, podendo haver falhas na circulação do lubrificante por todo o motor, entre outros.
“Os problemas serão inúmeros, pode ser desde um ruído por falha na lubrificação até a formação de borras que dificultam a circulação do lubrificante, o que pode levar a fundir o motor”, aponta o engenheiro da Bardahl. Por este motivo, o cliente e profissionais precisam ter em mente que a escolha correta do óleo, de acordo com a indicação do manual do veículo, é garantia de economia a longo prazo e evita o que seria um grave retrabalho no futuro.